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PhiloPires, Curso “Lendas da Antiguidade”. Aula 051, parte 2.  Com esta breve videoaula finalizamos o capítulo referente ao inquietante mistério acerca do “Nome Inefável de Deus”. Comentando sobre o dualismo sagrado-profano, o simbolismo da emblemática inscrição grega “Ordo Ab Chao”, e transitando epidermicamente pelos caminhos filosóficos de Heráclito a Kant e Nietzsche, navegamos por poucos minutos em um dos mais interessantes tomos da história religiosa antiga. Sem nenhuma pretensão de esgotar o assunto, e oferecendo uma visão pela óptica filosófica (light), percebemos que o enigma da chamada “Palavra Perdida” ou “Palavra Sagrada” mescla a tradição hebraica ancestral aos ramos da filosofia pré-socrática e moderna – notadamente o campo da Filosofia da Linguagem – , da literatura, das artes  e de praticamente todos os mais relevantes elementos que fomentam a propalada cultura ocidental. Por isso,  vale alguns momentos de nossa atenção. Boa aula e bons estudos ! ( veja a parte 1 e o texto sobre o assunto, ambos neste blog).

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Philo Pires. Curso “Lendas da Antiguidade”. Aula 051, parte 1.Título:  “Ordo Ab Chao e o Nome Inefável de Deus .” Esta aula pode ser considerada a 2a parte da aula 13 – O simbolismo do Mito de Enoch.  Por motivos didáticos, ficou mais adequado enquadrá-la como uma nova atividade. Comentamos, tendo como ponto de partida a antiga lenda do Templo de Enoch, alguns aspectos do simbolismo mitológico e da perspectiva filosófica  relacionados a mais misteriosa palavra existente na tradição hebráica, a Palavra Perdida. Esta palavra seria o nome inefável da divindade. A pergunta que surge é: por que, pela doutrina religiosa da antiga Palestina, é proibido o conhecimento e a pronúncia de tal vocábulo? Para responder a esta dúvida, analisamos rapidamente o conceito grego clássico de Caos e Cosmos, a dualidade sagrado/profano e algumas visões filosóficas pertinentes a este tema – notadamente a perspectiva da Filosofia da Linguagem. Vejam em breve a postagem da parte 2 – conclusão. Obrigado e boa aula!

Série:  “História da Acácia”,  álbum 045. “Uma Loja sem memórias, é uma ruína fadada ao esquecimento”, afirmava Pike. O objetivo desta série é registrar/relembrar alguns eventos marcantes da história recente da querida Acácia de Jaú 308 ( Glesp, REAA). Neste pequeno vide-álbum mostramos alguns flashes da recepção realizada após a Iniciação dos companheiros Alex, Oswaldo e Márcio, e de nossa visita ao Oriente de São Carlos. Ambas ocasiões datam de Abril de 2.009. Eu completara 5 anos  na Ordem,  era o Mestre de Cerimônias e estava prestes a assumir a 1º Vig:.. Foi um período de muitas viagens, estudos, visitas e estreitamento de laços com IIR:. da região. Vivas!

Reedição resumida (apenas 18 min) da Web-Aula do Curso Mitologia & Filosofia , “A Caverna de Platão, retratado no Livro VII de “A República”. A parábola ou o Mito da Caverna é um dos mais conhecidos e emblemáticos capítulos de toda Filosofia. A narrativa heróica do camarada que se libertou dos grilhões que o prendiam no fundo de uma caverna é relembrada e são feitas breves leituras de seus diversos significados, sob o ponto de vista ontológico, epistemológico, ético e mitológico. Duas perguntas surgem em meio a esta reflexão. A primeira: você já esteve aprisionado em uma caverna? A segunda: ainda há lugar para a existência de cavernas como as de Platão em plena pós-modernidade? ( coloquei algumas imagens de minha viagem à Caverna de SterkFontein, no sudeste africano, onde viveram os Homo sapiens mais antigos já descobertos) Abraços a todos! Carlos Pires, Filósofo & Viajante.