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PhiloPires, Curso “Lendas da Antiguidade”. Aula 051, parte 2.  Com esta breve videoaula finalizamos o capítulo referente ao inquietante mistério acerca do “Nome Inefável de Deus”. Comentando sobre o dualismo sagrado-profano, o simbolismo da emblemática inscrição grega “Ordo Ab Chao”, e transitando epidermicamente pelos caminhos filosóficos de Heráclito a Kant e Nietzsche, navegamos por poucos minutos em um dos mais interessantes tomos da história religiosa antiga. Sem nenhuma pretensão de esgotar o assunto, e oferecendo uma visão pela óptica filosófica (light), percebemos que o enigma da chamada “Palavra Perdida” ou “Palavra Sagrada” mescla a tradição hebraica ancestral aos ramos da filosofia pré-socrática e moderna – notadamente o campo da Filosofia da Linguagem – , da literatura, das artes  e de praticamente todos os mais relevantes elementos que fomentam a propalada cultura ocidental. Por isso,  vale alguns momentos de nossa atenção. Boa aula e bons estudos ! ( veja a parte 1 e o texto sobre o assunto, ambos neste blog).

PhiloPires. Curso “Lendas da Antiguidade”, aula 13 : “O Mito do Templo Subterrâneo de Enoch”. Esta parábola, retratada nos livros apócrifos de Enoch (século I d.C.) , está proscrita dos anais da Igreja Católica. Mas ainda se reveste de grande valor para todos que se interessam pelos mitos e mistérios da Palestina antiga, e por isso é tema de nosso curso. Enoch recebeu inspiração divina para construir um templo subterrâneo, semelhante a uma caverna ou gruta onde manteria soterrada a palavra sagrada ou o nome inefável de Deus. Repleta de simbolismos e metáforas, dividimos esta epopéia em duas partes. Na primeira comentaremos sobre os aspectos “históricos” da narrativa. Na segunda parte vamos refletir sobre alguns significados contidos nesta jornada épica, que envolve grandes nomes e passagens inquietantes da mitologia e das tradições judaicas. Em breve postaremos a 2a parte. Boa aula e bons estudos!

Reedição resumida (apenas 18 min) da Web-Aula do Curso Mitologia & Filosofia , “A Caverna de Platão, retratado no Livro VII de “A República”. A parábola ou o Mito da Caverna é um dos mais conhecidos e emblemáticos capítulos de toda Filosofia. A narrativa heróica do camarada que se libertou dos grilhões que o prendiam no fundo de uma caverna é relembrada e são feitas breves leituras de seus diversos significados, sob o ponto de vista ontológico, epistemológico, ético e mitológico. Duas perguntas surgem em meio a esta reflexão. A primeira: você já esteve aprisionado em uma caverna? A segunda: ainda há lugar para a existência de cavernas como as de Platão em plena pós-modernidade? ( coloquei algumas imagens de minha viagem à Caverna de SterkFontein, no sudeste africano, onde viveram os Homo sapiens mais antigos já descobertos) Abraços a todos! Carlos Pires, Filósofo & Viajante.